Bombinhas: que praia escolher e que horas não entrar

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Você vê tantas praias de Bombinhas que fica difícil escolher onde passar o dia? Uma tem espaço, outra tem peixinhos, mas também lota cedo, e trocar de praia pode colocar você na fila do verão. Vou te contar o que eu faria em cada uma e que horários evitaria para entrar de carro na cidade.
Para não puxar só para o meu gosto, eu vou seguir a ordem das praias que as pessoas mais avaliam no Google Maps. Em outubro de 2026, Mariscal é a primeira, seguida de Quatro Ilhas e da pequena Sepultura. Eu vou passar por todas, inclusive pelas que ficam depois da décima.
E que horas não entrar? No verão, no meio do dia e no fim da tarde. O detalhe está em que horas entrar e sair.
Como eu escolheria a praia do dia?
Eu escolheria a praia pensando no que você quer fazer na água e no espaço para ficar com as crianças. Também olharia o caminho, para não trocar de praia bem na hora do trânsito do meio da tarde.
Para caminhar com espaço, sem ligar para onda, eu iria a Mariscal. Quatro Ilhas tem mar calmo de um lado e surf do outro. Para ver peixe, eu escolheria Sepultura, Lagoinha ou Prainha, sempre cedo. A Tainha, o Morro do Macaco e o Mirante Eco 360 ficam no sul da península e pedem uma manhã só para eles. Eu guardaria o pôr do sol para o Mar de Dentro.
Não tente encaixar tudo num dia só.
E não se preocupe em dormir ao lado da Sepultura, a praia de ver peixe. Quase não tem hospedagem ali: em outubro de 2026, o ExploraAI listava 19 a até 1 km dela, contra mais de 500 perto de Bombas e mais de 500 perto da Praia de Bombinhas. Quase todo mundo dorme em outro bairro e vai à Sepultura de manhã.
| Lugar | Melhor para | Acesso principal | Antes de ir |
|---|---|---|---|
| 1. Mariscal | Espaço na praia e surf | Carro, Avenida Água Marinha | Onda de meio metro a quase 2 metros. A praia continua no Mar de Fora. |
| 2. Quatro Ilhas | Vista, snorkel ou surf | Carro, perto do centro | Esquerda calma. Direita com onda. |
| 3. Sepultura | Ver peixe em mar sem onda | 200 metros a pé, no fim da Av. das Garoupas | Praia pequena. Lota. Tenda proibida. |
| 4. Tainha | Praia no fim da península | Estrada de terra ou trilha | Praia pequena, entre a mata e as pedras. |
| 5. Morro do Macaco | Vista de manhã | Trilha a partir da Rua Jequitibá | Grátis. Leve água para a subida. |
| 6. Mirante Eco 360 | Vista paga, se o tempo ajudar | Trilha de uns 15 minutos, na estrada da Tainha | Aberto das 10h às 17h. Fecha com chuva e vento forte. |
| 7. Retiro dos Padres | Mar um pouco agitado, com estrutura | Fim da Av. das Garoupas | Praia pequena. Também chamada Praia dos Ingleses. |
| 8. Ribeiro | Banho calmo entre Bombas e o centro | Passarela de uns 800 metros | Praia pequena. O snorkel pede atenção às pedras. |
| 9. Praia de Bombinhas | Família, comércio e mar calmo | A pé, no centro | Praia grande. Tenda proibida. |
| 10. Conceição | Piscina natural, abrigada do vento | Carro, depois do Mar de Fora | Praia média. Siga o guarda-vidas nas pedras. |
Os tempos de carro e a pé que aparecem abaixo vêm do mapa, contados a partir das hospedagens que ficam a até 500 metros de cada praia. Eles não contam a fila do verão.
1. Mariscal, para quem quer espaço na praia
Mariscal não é a praia mais calma da cidade, mas é a que tem mais espaço. Mariscal tem areia fina e ondas de meio metro a quase 2 metros, do tipo que atrai surfista. A praia tem banheiro, guarda-vidas, bar, restaurante e pousada, e a Avenida Água Marinha tem estacionamento, ciclovia e praça. Na última temporada, um trecho da praia teve a Bandeira Azul, um selo que a praia recebe quando cumpre exigências de água, segurança e serviços.

A faixa de areia é longa e continua no Mar de Fora, tanto que você caminha de uma praia para a outra sem perceber onde termina a primeira. Com criança pequena, eu ficaria no começo da praia, que é mais calmo. Meu filho mais velho já pegou jacaré na pranchinha ali. Para passar o dia inteiro com criança pequena, prefiro uma praia sem onda, mais abaixo na lista.
Para quem se hospeda perto de Mariscal, o mapa marca cerca de 10 minutos de carro até a Sepultura e 15 até a Tainha. O Mar de Dentro, do outro lado do bairro, fica a uns 15 minutos a pé.
2. Quatro Ilhas, pela vista e pelo lado de mar calmo
Eu escolheria Quatro Ilhas pela vista. Da praia dá para ver as ilhas Galé, Deserta, Arvoredo e Macuco. É uma praia grande, que teve a mesma Bandeira Azul de Mariscal.
Os dois lados da praia são bem diferentes. No canto esquerdo a água é calma, boa para snorkel e stand up, e tem restaurante e pousada por perto. No direito ficam as ondas de surf e, lá no fim, uma trilha leve sobre as dunas. Com criança pequena, eu ficaria na esquerda. Outra coisa de que eu gosto ali é o silêncio: caixa de som é proibida, e tem placa avisando.
Das hospedagens perto da Praia de Bombinhas, são cerca de 5 minutos de carro.
3. Sepultura, para ver peixe em mar sem onda
A Sepultura é pequena e, mesmo assim, é a terceira mais avaliada. Dá para entender por quê. É o que muita gente procura em Bombinhas: mar sem onda e peixe na beira.

A praia é boa para mergulho com snorkel ou com cilindro. Ela lota na temporada e fica quase deserta fora dela. Para chegar, você caminha uns 200 metros a partir do fim da Avenida das Garoupas.
Eu chegaria cedo, mas só para garantir lugar na praia, porque a água não piora ao longo do dia. Já cheguei às 8h30 e a praia estava com bastante movimento.
O que muda a água é o tempo. O ND Mais, um portal de notícias, explica que ela fica mais clara com vento fraco, onda baixa e mar calmo, e que num dia bom dá para enxergar de 8 a 10 metros debaixo d’água, ou mais.
Tenda e gazebo são proibidos aqui, assim como em Bombas, na Praia de Bombinhas e na Lagoinha.
Como quase não há hospedagem ao lado, eu dormiria em outro ponto e viria de manhã. Do centro são cerca de 5 minutos de carro ou 25 a pé. O estacionamento e a descida estão em como chegar na Sepultura.
4. Tainha, a praia no fim da península
A Tainha fica no extremo sul da península, espremida entre o rochedo e a mata. É pequena, deve o nome à pesca artesanal e também teve Bandeira Azul na última temporada.
Dá para ir de carro, por estrada de terra, ou a pé. A trilha sai da entrada do Morro do Macaco, na Rua Jequitibá, perto do trapiche do Mar de Dentro. A prefeitura fala em cerca de 2 km numa página e em 5,1 km de ida e volta, de 3 a 5 horas, na página do parque. Por isso eu sairia com água e tempo de sobra. Não é passeio para encaixar depois do almoço.
De maio a julho acontece a temporada da tainha. Se os pescadores estiverem lançando a rede, saia da água e faça silêncio.
5. Morro do Macaco, para ver a cidade de cima
Eu subiria de manhã, porque a segunda metade da trilha é aberta e o sol castiga. São só 1,2 km, mas cansam mais do que parece. A visita é gratuita. Lá de cima você vê Canto Grande, Mariscal, Quatro Ilhas, Zimbros e as ilhas da Reserva do Arvoredo.

A entrada fica na Rua Jequitibá, 48, no Canto Grande, e funciona das 7h às 19h. Quando a trilha se divide, o caminho da esquerda sobe o morro e o da frente segue para a Tainha. Eu já errei essa parte e quase voltei. Leve água, e veja o caminho completo no post da trilha do Morro do Macaco.
6. Mirante Eco 360, a vista paga
O Eco 360 fica na mesma estrada da Tainha e, para minha surpresa, aparece na lista à frente de várias praias. Você chega ao topo depois de uma trilha de uns 15 minutos. Na base ficam o Museu de História Natural Charles Darwin e dois mirantes menores.
A subida ao topo é paga, mas não encontrei o valor de 2026 na página. O horário publicado é das 10h às 17h, todos os dias, e o lugar fecha com chuva ou vento forte. Antes de ir, vale olhar o site ou ligar para (47) 98479-0716. Também tem escalada, rapel e tirolesa, mas eu iria mesmo é pela vista.
7. Retiro dos Padres, a vizinha da Sepultura
O Retiro dos Padres, também chamado de Praia dos Ingleses, fica no fim da mesma Avenida das Garoupas que leva à Sepultura. As duas são vizinhas, mas têm caras bem diferentes. O Retiro é uma praia pequena, cercada de mata, morro e pedra, com água clara e um pouco agitada. Serve para mergulho e para surf, e tem restaurante, bar, camping e pousada por perto.
O nome vem de uma casa de retiro que padres construíram em 1967. Bem antes, no século 19, um navio inglês com defeito ficou parado ali. De maio a julho os pescadores também pescam tainha nessa praia, e, em 2016, uma única puxada de rede trouxe quase 40 mil peixes.
Do canto direito saem duas trilhas. Uma é fácil e vai até a ponta. A outra é puxada, chega a Quatro Ilhas e é usada em provas de corrida. Eu deixaria essa segunda para outro dia, não para um dia de praia.
8. Ribeiro, um banho calmo entre Bombas e o centro
O Ribeiro seria a minha escolha para um dia sem o movimento do centro e sem trilha. É uma praia pequena entre Bombas e a Praia de Bombinhas, de água tranquila e mata em volta. Em algumas épocas dá para ver tartarugas perto das pedras, e eu conto mais em onde ver tartarugas e peixes.
Dá para fazer snorkel, mas as pedras e o balanço do mar pedem mais experiência do que na Sepultura. Não é lugar para o primeiro mergulho de um iniciante.
O melhor acesso é a Passarela do Ribeiro, um deck de cerca de 800 metros que liga Bombas à Praia de Bombinhas pela beira da mata, com iluminação e bancos. Você vai e volta a pé sem passar pela rua.
9. A Praia de Bombinhas, a do centro
É a praia que dá nome à cidade e a que concentra o comércio e os serviços. Grande, de mar calmo e onda pequena, ela é muito procurada por famílias. No verão tem quiosque e aluguel de cadeira, caiaque e prancha. A areia é de cristal de quartzo, e por isso estala debaixo do pé.
As escolas de mergulho com cilindro ficam por aqui, e os barcos delas saem para as pedras da região e para o sul da Ilha do Arvoredo.
Se a sua viagem for em março, no aniversário da cidade acontece a corrida de canoas de um pau só, as canoas feitas de um único tronco.
Para mim, é a praia de comprar alguma coisa, almoçar e seguir viagem. Não é onde eu passaria o dia. Do lado direito, pela Rua Sardinha ou por um deck, você chega à Prainha, ao Embrulho e à Lagoinha. Quem se hospeda no centro faz as três a pé.
10. Conceição, para o dia de vento
A Conceição resolve o dia de vento, quando você quer água quieta sem se apertar numa praia pequena. Ela tem tamanho médio, é protegida do vento e fica separada do Mar de Fora pela Ilhota. No canto direito, entre as pedras, ficam as piscinas naturais, e você chega a elas pelo mar ou pelas pedras. Eu seguiria a orientação do guarda-vidas para chegar às piscinas. Na ponta direita tem vagas para idosos e pessoas com deficiência, além de banheiro acessível.
A praia teve a mesma Bandeira Azul de Mariscal e Quatro Ilhas. Se você for à Tainha, o caminho começa aqui.
11. Bombas, para chegar e se instalar
Bombas é a primeira praia de quem entra na cidade. É grande, tem calçadão, comércio e mar calmo na maior parte do tempo, embora em alguns dias se formem ondas no canto esquerdo.
Eu usaria Bombas para chegar e me instalar. É curioso: é a praia com mais hospedagens por perto, mas não a que as pessoas mais avaliam. Do canto esquerdo sai a trilha da Galheta, que é difícil. Eu deixaria essa trilha para outro dia e faria com guia.
12. Lagoinha, para ir com criança pequena
A Lagoinha é pequena e fica no costão direito da Praia de Bombinhas, depois da Prainha e do Embrulho. A água é rasa e forma piscinas entre as pedras, onde dá para ver peixes e, às vezes, tartarugas sem nem entrar no mar. Não alimente os animais.
É a minha preferida para a minha pequena. Eu chegaria cedo, pelo mesmo motivo da Sepultura: o espaço é pouco, e tenda é proibida. Já cheguei às 9 da manhã e não tinha muito espaço para ficar. Do centro são cerca de 15 minutos a pé.
13. Mar de Fora, a continuação de Mariscal
O Mar de Fora é a continuação de Mariscal, numa faixa de areia igualmente longa. Tem quiosque, restaurante e guarda-vidas, e é bastante frequentado por famílias.
Eu não trataria Mariscal e Mar de Fora como dois programas, já que uma caminhada liga os dois. O que muda é o ponto onde você chega de carro. Se o estacionamento de um lado estiver cheio, vale tentar o outro antes de desistir.
14. Embrulho, no caminho da Lagoinha
O Embrulho fica entre a Prainha e a Lagoinha. É uma praia pequena, que afunda logo na beira, com rochas nas duas pontas. O nome vem do tempo em que não havia trapiche e a carga dos barcos “embrulhava” quem desembarcava ali. No lado esquerdo ficam pedras com as marcas de onde povos antigos afiavam ferramentas, sinal de gente que viveu aqui muito antes de nós. A história está na página da Praia do Embrulho.
Eu passaria por ele a caminho da Lagoinha, mas não planejaria o dia em torno dele.
15. Zimbros, para um dia sem movimento
Em Zimbros a cidade desacelera, e eu já peguei a praia vazia em plena temporada. É uma praia grande, de moradores, com barcos e criação de marisco nas duas pontas da baía. Dá para comprar peixe fresco e marisco recém-colhido. Bombinhas é a terceira cidade de Santa Catarina que mais produz marisco, e a criação de marisco fica aqui e no Canto Grande.
Para comer com o pé na areia, eu iria ao Berro d’Água, na Rua Rio Juquiá, 578. Os outros lugares de que eu gosto estão nas dicas de restaurante.
A praia segue para Morrinhos e para o Cantinho, onde começa a Costeira de Zimbros.
16. Mar de Dentro, para o pôr do sol
É no Mar de Dentro que eu fecharia o dia. A praia é grande, de mar calmo, com barcos de pesca e montanhas ao fundo. A revista Viagem e Turismo a incluiu entre as praias boas para criança. Eu voltaria pelo pôr do sol, mesmo com a praia lá no fim da lista.
Só não pense que o Canto Grande inteiro é sossegado. Do outro lado do bairro fica o Mar de Fora, com as ondas que vêm de Mariscal.
E as praias do fim da lista?
A Prainha é só a 23ª, mas eu passaria por ela em qualquer viagem. Pequena e de água calma, fica ao lado do Embrulho e da Lagoinha, no costão direito do centro. É dali, do trapiche, que saem os barcos de passeio e as escolas de mergulho. Dá para ver peixes da beira, tartarugas no trapiche e, de vez em quando, pinguins. O acesso é de carro, pela Rua Sardinha, ou a pé pelo deck.
A Galheta é uma das últimas da lista e pede outro tipo de dia. É uma praia pequena e deserta dentro do Parque Natural Municipal da Galheta, na divisa com Porto Belo. Só se chega de barco ou por uma trilha difícil, que sai do canto esquerdo de Bombas. Eu faria essa trilha com um guia experiente e autorizado e não levaria a família para lá logo no primeiro dia.
Morrinhos divide a faixa de areia com Zimbros e com o Cantinho. É grande e abrigada, com casas na beira, barcos de pescadores, bar e hospedagem. A Praça do Pescador fica ali.
A Cardoso é a primeira das quatro praias principais da Costeira de Zimbros, seguida de Lagoa, Triste e Vermelha. O parque tem dez praias desertas, às quais só se chega a pé, de bicicleta ou de barco, a partir do Cantinho. Não pode veículo a motor na trilha, acampamento, fogueira nem animal doméstico. Eu iria com um guia certificado.
O Engenho do Sertão não é praia. É um museu da comunidade, que guarda a memória dos colonos vindos dos Açores. A visita precisa de agendamento, e lá você prova a consertada, uma cachaça com café e especiarias. Para agendar a visita, ligue para (47) 99923-0835 ou (47) 3393-3099.
Estaleiro e Atalaia também aparecem na ordem do Google, mas eu não vou falar delas, porque não achei informação confiável sobre nenhuma das duas.
E as praias aonde só o barco chega?
Algumas praias ficam de fora dessa ordem porque o carro não chega até elas. Eu reservaria um dia de barco para elas, em geral saindo do trapiche da Prainha ou do Canto Grande.
O passeio que o ND Mais descreveu em fevereiro de 2026 sai do Canto Grande. Ele para cerca de uma hora na Ilha do Macuco e de 30 a 40 minutos na Praia do Cação, uma prainha aonde só se chega pelo mar. Na época eram duas saídas, às 9h e às 14h, a R$ 70 por pessoa. Crianças de até 5 anos não pagavam, e as de 6 a 12 pagavam meia. Confirme o valor antes de ir.
O tour das 10 praias da costeira de Zimbros tem embarque na Rua Rio Amazonas, 27, a partir das 8h30. Eu confirmaria o preço antes de reservar, porque ele não está publicado.
Que horas eu não entraria de carro?
No verão, de nada adianta escolher a praia certa e passar a tarde parado no trânsito. Eu já fiquei preso por horas nessa fila. Se eu fosse você, entraria bem cedo ou depois das 21h, e não voltaria no fim da tarde. Não existe horário sem fila, mas dá para pegar bem menos. O mapa, os piores dias de dezembro e a estrada de chão do Morro da Antena estão em que horas entrar e sair.
Quem dorme fora e entra todo dia paga a TPA, a taxa ambiental da cidade, a cada entrada. Em 2026, o carro de passeio paga R$ 40, e a taxa vale por 24 horas, de 15 de novembro a 15 de abril. Se o carro não sai da cidade, você paga uma vez só. O valor do dia está no portal.
O que vale em qualquer praia?
Antes de sentar, eu conferiria se a água daquele trecho da praia está própria para banho. Quem diz isso é o boletim que o IMA, o instituto ambiental de Santa Catarina, publica toda semana, e não a Bandeira Azul, que é um selo de temporada. O passo a passo está em a água está própria para banho.
Deixe a caixa de som em casa. A lei da cidade proíbe o aparelho quando ele incomoda quem está em volta, e o ND Mais inclui Bombinhas na lista de cidades com a regra. Não consegui confirmar o valor da multa.
Também não arme tenda onde a prefeitura proíbe, não reserve espaço na praia e não leve animal doméstico. O código de conduta só permite esporte na faixa de areia depois das 18h, e barcos a motor precisam ficar a mais de 200 metros da praia. A lista completa está na página das praias.
Eu só alugaria cadeira e guarda-sol para passar o dia inteiro no mesmo lugar. Para menos tempo, uma toalha resolve. Na temporada, o conjunto de guarda-sol e cadeiras sai por uns R$ 100. Não existe tabela oficial para esse aluguel, então combine o preço antes de sentar.
Podendo escolher a data, eu iria no fim de fevereiro, em março ou em novembro. Em janeiro e na virada do ano, eu só iria com reserva feita e chegando fora do meio do dia.
Onde ficar?
Na temporada, indo de carro, eu ficaria dentro de Bombinhas, porque quem dorme fora paga a TPA de novo a cada dia que entra. Em onde ficar em Bombinhas você vê as opções já filtradas por Mariscal, Quatro Ilhas e Sepultura. A lista geral está em pousadas e hotéis. Como a diária muda de uma semana para outra, o preço atualizado fica em quanto custa a diária.
Indo com os pequenos, veja também que praia escolher para ir com criança.
Um último conselho: escolha uma ou duas praias por dia e deixe o resto para a próxima viagem. Bombinhas é pequena no mapa, mas o trânsito do verão faz cada troca de praia custar caro. Boa viagem.
Perguntas frequentes
Qual praia escolher em Bombinhas?
Mariscal é a mais avaliada no Google Maps em outubro de 2026, e é boa para quem quer espaço e onda. Para ver peixe, eu escolheria a Sepultura, a terceira da lista apesar de pequena. Para o fim do dia, o Mar de Dentro.
Que horas evitar o trânsito em Bombinhas?
Eu entraria bem cedo ou depois das 21h, e evitaria voltar no fim da tarde. O mapa está em que horas entrar e sair.
Precisa pagar para entrar em Bombinhas?
De carro, sim, de 15 de novembro a 15 de abril. Em 2026, o carro de passeio paga R$ 40 por 24 horas. A pé, você não paga. O passo a passo está no post da TPA.
Pode levar caixa de som para a praia em Bombinhas?
Não, se o som perturbar o sossego. A lei municipal proíbe. Não consegui confirmar o valor da multa.
A Sepultura é a praia mais bonita?
É a terceira mais avaliada, não a primeira. Pequena e de mar sem onda, ela lota na temporada. Eu gosto dela para ver peixe. Para caminhar numa praia longa, prefiro Mariscal.